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terça-feira, 30 de outubro de 2007

CONVENÇÃO (87) - SOBRE A LIBERDADE SINDICAL E A PROTEÇÃO DO DIREITO SINDICAL

Conforme o site da OIT, não foi ratificada pelo Brasil (acessado em 27.10.1008)

Foram ratificadas pelo Brasil as convenções:
Conv. 98 Conv. 29 Conv. 105 Conv. 100 Conv. 111 Conv. 138 Conv. 182


CONVENÇÃO (87)
SOBRE A LIBERDADE SINDICAL E A
PROTEÇÃO DO DIREITO SINDICAL'
A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho:
Convocada em São Francisco pelo Conselho de Administração do Secretariado da
Organização Internacional do Trabalho e reunida em 17 de junho de 1948, em sua trigésima primeira
reunião;
Tendo decidido adotar, na forma de convenção, proposições relativas à liberdade sindical e à
proteção do direito sindical, tema que constitui a sétima questão da ordem do dia da reunião;
Considerando que o Preâmbulo à Constituição da Organização Internacional do Trabalho
declara que "o reconhecimento do princípio da liberdade sindical constitui um meio de melhorar as
condições de trabalho e de promover a paz";
Considerando que a Declaração de Filadélfia reafirma que "a liberdade de expressão e de
associação é condição essencial para a continuidade do progresso";
Considerando que a Conferência Internacional do Trabalho, em sua trigésima reunião, adotou,
por unanimidade, os princípios em que deve fundamentar-se a regulamentação internacional;
Considerando que a Assembléia Geral das Nações Unidas, em sua segunda reunião, endossou
esses princípios e solicitou à Organização Internacional do Trabalho que desse continuidade a seus
esforços para tornar possível a adoção de uma ou várias convenções internacionais,

adota, no nono dia de julho de mil novecentos e quarenta e oito, a seguinte Convenção que
pode ser citada como a Convenção sobre a Liberdade Sindical e a Proteção do Direito Sindical, de
1948:
PARTE 1. LIBERDADE SINDICAL
Artigo 1°
Todo País-membro da Organização Internacional do Trabalho, no qual vigore a presente
Convenção, compromete-se a tomar efetivas as disposições seguintes.
Artigo 2°
Trabalhadores e empregadores, sem distinção de qualquer espécie, terão o direito de
constituir, sem prévia autorização, organizações de sua própria escolha e, sob a única condição de
observar seus estatutos, a elas se filiarem.
Artigo 3°
1. As organizações de trabalhadores e de empregadores terão o direito de elaborar seus
estatutos e regimentos, eleger livremente seus representantes, organizar sua administração e atividades
e formular seus programas de ação.
2. As autoridades públicas abster-se-ão de qualquer intervenção que possa limitar esse direito
ou cercear seu exercício legal.
1. Data da entrada em vigor: 4 de julho de 1950
Artigo 4°
As organizações de trabalhadores e de empregadores não estarão sujeitas a dissolução ou
suspensão por autoridade administrativa.
Artigo 5°
As organizações de trabalhadores e de empregadores terão o direito de constituir federações
e confederações, e de a elas se filiarem, e toda organização, federação ou confederação terá o direito
de se filiar a organizações internacionais de trabalhadores e de empregadores.
Artigo 6°
O disposto nos Artigos 2º, 3º e 4º desta Convenção aplica-se a federações e confederações de
organizações de trabalhadores e de empregadores.
Artigo 7°
A aquisição de personalidade jurídica por organizações de trabalhadores e de empregadores,
federações e confederações não estará sujeita a condições que restrinjam a aplicação do disposto nos
artigos 2º, 3º e 4º desta Convenção.
Artigo 8º
1. No exercício dos direitos providos nesta Convenção, trabalhadores, empregadores e suas
respectivas organizações, da mesma forma que outras pessoas ou coletividades organizadas, deverão
observar a legalidade;
2. A legislação nacional não deverá prejudicar nem ser aplicada de modo a prejudicar as
garantias previstas nesta Convenção.
Artigo 9º
1. A legislação nacional definirá a medida em que se aplicarão às forças armadas e à polícia
as garantias providas nesta Convenção.
2. Nos termos do princípio estabelecido no Parágrafo 8º do Artigo 19 da Constituição da
Organização Internacional do Trabalho, a ratificação desta Convenção por um País-membro não
será tida como derrogatória de lei, sentença, costume ou acordo já existentes que outorguem às
forças armadas e à polícia qualquer direito garantido por esta Convenção.
Artigo 10º
Nesta Convenção, o termo "organização" significa toda organização de trabalhadores ou de
empregadores que tenha como finalidade a promoção e a defesa dos interesses dos trabalhadores ou
dos empregadores.
PARTE II. PROTEÇÃO DO DIREITO SINDICAL
Artigo 11
Todo País-membro da Organização Internacional do Trabalho, no qual vigore a presente
Convenção, compromete-se a tomar todas as medidas necessárias e apropriadas para assegurar aos
trabalhadores e aos empregadores o livre exercício do direito sindical.
PARTE III. DISPOSIÇÕES GERAIS
Artigo 12
1. Com relação aos territórios referidos no Artigo 35 da Constituição da Organização
Internacional do Trabalho, retificado pelo Instrumento de Emenda da Constituição da Organização
Internacional do Trabalho, de 1946, ressalvados os territórios a que se referem os Parágrafos 4° e 5"
do artigo retificado, todo País-membro da Organização que ratificar esta Convenção remeterá ao
Diretor Geral do Secretariado da Organização Internacional do Trabalho, juntamente com o
instrumento de ratificação, ou tão logo seja possível, declaração que especifique:
a) os territórios a respeito dos quais se compromete a aplicar, sem modificações, as
disposições da Convenção;
b) os territórios a respeito dos quais se compromete a aplicar, com modificações, as
disposições da Convenção, detalhando a natureza dessas modificações;
c) os territórios a respeito dos quais considera inaplicável a Convenção e, nesse caso, as razões
dessa inaplicabilidade;
d) os territórios a respeito dos quais pospõe sua decisão.
2. Os compromissos a que se referem as alíneas a) e b) do Parágrafo lº deste Artigo serão
considerados parte integrante da ratificação e produzirão os mesmos efeitos.
3. Todo País-membro, com base nas alíneas a), b) e c) do Parágrafo 1º deste Artigo, poderá
cancelar, em qualquer tempo, no todo ou em parte, mediante nova declaração, quaisquer restrições
feitas em sua declaração original.
4. Todo País-membro poderá, em qualquer tempo, enquanto esta Convenção estiver sujeita a
denúncia, enviar ao Diretor Geral declaração que modifique, em qualquer outro sentido, os termos de
uma declaração anterior e informe, com o detalhamento possível, sobre a situação atual com referência
a esses territórios.
Artigo 13
1. Quando o objeto desta Convenção for da competência das autoridades de um território nãometropolitano,
o País-membro responsável pelas relações internacionais desse território poderá, com a
concordância de seu governo, enviar ao Diretor Geral do Secretariado da Organização Internacional do
Trabalho declaração pela qual assume, em nome desse território, as obrigações desta Convenção.
2. Uma declaração, em que se aceitam as obrigações desta Convenção, poderá ser
enviada ao Diretor Geral do Secretariado da Organização Internacional do Trabalho por
a) dois ou mais países-membros da Organização, com relação a um território que estiver sob
sua autoridade conjunta;
b) qualquer autoridade internacional responsável pela administração de um território, em
virtude da Carta das Nações Unidas ou de qualquer outra disposição em vigor relativa a esse
território.
3. As declarações enviadas ao Diretor Geral do Secretariado da Organização Internacional do
Trabalho indicarão, nos termos dos parágrafos anteriores deste Artigo, se as disposições da Convenção
serão aplicadas, sem modificações no território em questão, ou se estarão sujeitas a modificações;
quando indicar que as disposições da Convenção serão aplicadas com possíveis modificações, a
declaração especificará em que consistem essas modificações.
4. O País-membro ou os Países-membros ou a autoridade internacional concernentes poderão,
em qualquer tempo, mediante declaração posterior, renunciar total ou parcialmente ao direito de se
valer de modificação indicada em declaração anterior.
5. O País-membro ou os Países-membros ou a autoridade internacional concernentes poderão,
enquanto esta Convenção estiver sujeita a denúncia, nos termos do disposto no Artigo 16, enviar ao
Diretor Geral do Secretariado da Organização Internacional do Trabalho declaração que modifique,
em qualquer sentido, os termos de alguma declaração anterior e informe sobre a situação atual com
referência à aplicação da Convenção.
PARTE IV. DISPOSIÇÕES FINAIS
Artigo 14
As ratificações formais desta Convenção serão comunicadas, para registro, ao Diretor Geral
do Secretariado da Organização Internacional do Trabalho.
Artigo 15
1. Esta Convenção obrigará unicamente os Países-membros da Organização Internacional do
Trabalho cujas ratificações tiverem sido registradas pelo Diretor Geral.
2. Esta Convenção entrará em vigor doze meses após a data de registro, pelo Diretor Geral,
das ratificações de dois Países-membros.
3. A partir de então, esta Convenção entrará em vigor, para todo País-membro, doze meses
após a data do registro de sua ratificação.
Artigo 16
1. O País-membro que ratificar esta Convenção poderá denunciá-la ao final de um período de
dez anos, a contar da data de sua entrada em vigor, mediante comunicação ao Diretor Geral do
Secretariado da Organização Internacional do Trabalho para registro. A denúncia não terá efeito antes
de se completar um ano a contar da data de seu registro.
2. Todo País-membro que ratificar esta Convenção e que, no prazo de u m ano após expirado
o período de dez anos referido no parágrafo anterior, não tiver exercido o direito de denúncia provido
neste Artigo, ficará obrigado a um novo período de dez anos e, daí por diante, poderá denunciar esta
Convenção ao final de cada período de dez anos, nos termos deste Artigo.
Artigo 17
1. O Diretor Geral do Secretariado da Organização Internacional do Trabalho dará ciência a
todos os Países-membros da Organização do registro de todas as ratificações, declarações e denúncias
que lhe forem comunicadas pelos Países-membros da Organização.
2. Ao notificar os Países-membros da Organização sobre o registro da segunda ratificação que
lhe tiver sido comunicada, o Diretor Geral lhes chamará a atenção para a data em que a Convenção
entrará em vigor.
Artigo 18
O Diretor-Geral do Secretariado da Organização Internacional do Trabalho comunicará ao
Secretário Geral das Nações Unidas, para registro, nos termos do Artigo 102 da Carta das Nações
Unidas, informações circunstanciadas sobre todas as ratificações, declarações e atos de denúncia por
ele registrados, conforme o disposto nos artigos anteriores.
Artigo 19
O Conselho de Administração do Secretariado da Organização Internacional do Trabalho
apresentará à Conferência Geral, quando considerar necessário, relatório sobre o desempenho desta
Convenção e examinará a conveniência de incluir na pauta da Conferência a questão de sua revisão
total ou parcial.
Artigo 20
l. No caso de adotar a Conferência uma nova convenção que reveja total ou parcialmente
esta Convenção, a menos que a nova convenção disponha de outro modo,
a) a ratificação, por um País-membro, da nova convenção revista implicará, ipso jure, a
partir do momento em que entrar em vigor a convenção revista, a denúncia imediata desta
Convenção, não obstante as disposições do Artigo 16 desta Convenção;
b) esta Convenção deixará de estar sujeita a ratificação pelos Países-membros a partir da
data de entrada em vigor da convenção revista.
2. Esta Convenção continuará a vigorar, na sua forma e conteúdo, nos Países-membros que a
ratificaram, mas não ratificarem a convenção revista.
Artigo 21
As versões em inglês e francês do texto desta Convenção são igualmente oficiais.
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ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

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Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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